A trilogia Bourne - depois deles, os filmes de ação nunca mais foram os mesmos.
A trilogia Bourne, a que me refiro, são três filmes de ação, espionagem e suspense com o ator Matt Damon no papel de do ex-agente da CIA Jason Bourne. Os filmes são A IDENTIDADE BOURNE (2002), A SUPREMACIA BOURNE (2004) e ULTIMATO BOURNE (2007). Bourne é um ex-agente de espionagem americano da CIA que depois de receber um supertreinamento, torna-se um dos assassinos de uma operação secreta da CIA. Em conflito, resolve abandonar a agencia depois de não conseguir completar uma missão. Ao tentar fugir de um barco, é alvejado, cai no mar, é encontrado por pescadores, e descobre que perdeu a memória. Ao longo dos três filmes, caminhamos com Bourne por várias cidades do mundo entre fugas e extraordinárias cenas de ação em busca de sua verdadeira identidade - o que só conseguimos saber nos últimos minutos do terceiro filme. O primeiro filme ( A Identidade...) é comum, apesar de um roteiro interessante e cenas de ação muito boas. A mudança aparece no segundo filme ( Supremacia), e continua no terceiro ( Ultimo) com uma inovadora câmera sempre em movimento, que nos dá uma sensação de sermos expectadores presentes à cena. Além disso, as cenas de ação são totalmente diferentes do que se viu até então como uma espetacular perseguição de automóveis pelas ruas de Moscou no segundo filme, ou uma tensa e sensacional corrida por telhados no terceiro, (Ultimato), que concorreu a três OSCARs e ganhou todos. A atuação de Matt Damon é muito boa. O destaque é para a direção de John Greengrass no segundo e terceiro filmes, além do roteiro de TONY GILROY, que também dirige o primeiro filme. O personagem e os filmes são baseados em três novelas do autor ROBERT LUDLUM.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
A TRILOGIA BOURNE - DEPOIS DELES, OS FILMES DE AÇÃO NUNCA MAIS FORAM OS MESMOS.
A trilogia Bourne - depois deles, os filmes de ação nunca mais foram os mesmos.
A trilogia Bourne, a que me refiro, são três filmes de ação, espionagem e suspense com o ator Matt Damon no papel de do ex-agente da CIA Jason Bourne. Os filmes são A IDENTIDADE BOURNE (2002), A SUPREMACIA BOURNE (2004) e ULTIMATO BOURNE (2007). Bourne é um ex-agente de espionagem americano da CIA que depois de receber um supertreinamento, torna-se um dos assassinos de uma operação secreta da CIA. Em conflito, resolve abandonar a agencia depois de não conseguir completar uma missão. Ao tentar fugir de um barco, é alvejado, cai no mar, é encontrado por pescadores, e descobre que perdeu a memória. Ao longo dos três filmes, caminhamos com Bourne por várias cidades do mundo entre fugas e extraordinárias cenas de ação em busca de sua verdadeira identidade - o que só conseguimos saber nos últimos minutos do terceiro filme. O primeiro filme ( A Identidade...) é comum, apesar de um roteiro interessante e cenas de ação muito boas. A mudança aparece no segundo filme ( Supremacia), e continua no terceiro ( Ultimo) com uma inovadora câmera sempre em movimento, que nos dá uma sensação de sermos expectadores presentes à cena. Além disso, as cenas de ação são totalmente diferentes do que se viu até então como uma espetacular perseguição de automóveis pelas ruas de Moscou no segundo filme, ou uma tensa e sensacional corrida por telhados no terceiro, (Ultimato), que concorreu a três OSCARs e ganhou todos. A atuação de Matt Damon é muito boa. O destaque é para a direção de John Greengrass no segundo e terceiro filmes, além do roteiro de TONY GILROY, que também dirige o primeiro filme. O personagem e os filmes são baseados em três novelas do autor ROBERT LUDLUM.
domingo, 14 de abril de 2013
LOOPER – ASSASSINOS DO FUTURO (2012 ), UMA ALUCINAÇÃO FUTURISTA ENVOLTA EM CENAS DE AÇÃO
LOOPER – ASSASSINOS DO FUTURO (2012 )
Uma alucinação futurista envolta em fortes cenas de ação, crime organizado, viagens no tempo e, como pano de fundo, assinalar as transformações pessoais advindas da perda um ente querido. “LOOPERS” são assassinos contratados por gangsters do futuro, que através de uma máquina do tempo, enviam para o tempo presente (2044) as pessoas que eles querem ver mortas no seu tempo. Um jovem LOOPER ( GORDON-LEVITT ) leva uma vida sem sentido de acumulação de riquezas oriunda do seu trabalho sujo. Quando ele próprio, mais velho ( WILLIS ), é enviado de volta no tempo para ser eliminado, as transformações pelas quais ele passou ao longo de 30 anos, e os novos valores que ele adquiriu, irão transformar o mundo ao seu redor. O filme é bom! O roteiro é interessante, apesar da história non sense. Está disponível para assinantes da GVT, no canal ON DEMAND. A inteligente direção e o intrigante roteiro são de RIAN JOHNSON, com os atores principais BRUCE WILLIS, que dispensa apresentações, mas é um ator fraco, JOSEPH GORDON-LEVITT, numa boa interpretação, e a jovem, bela e boa atriz, EMILY BLUNT.
VAI QUE DÁ CERTO (2013) - EM CARTAZ NOS CINEMAS UMA COMÉDIA MEIO SEM GRAÇA
Uma comédia nacional que não empolga, com um roteiro lento e com muitas piadas sem graça. Esse é o meu resumo desse filme nacional recheado de bons atores e comediantes brasileiros, mas que juntos não conseguem nos fazer rir como outros filmes da safra atual do cinema nacional. A história gira em torno de vários amigos do colégio, que já maduros, se reencontram para melhorar suas vidas sem graça e tramam um assalto a um carro forte. Tudo dá errado para esses trapalhões modernos. A direção é de MAURÍCIO FARIAS, escrito por ALEXANDRE MORCILO e FÁBIO PORCHAT, que também atua, junto com GREGÓRIO DUVIVIER, BRUNO MAZZEO, DANTON MELLO e LÚCIO MAURO FILHO.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
A Ilha do Medo (Shutter Island) EUA 2010 com LEONARDO DI CAPRIO
A Ilha do Medo (Shutter Island) EUA 2010. Direção: Martin Scorcese. Roteiro: Laeta Kalodridis. Baseado em livro de Denis Lehane. Atores: Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Max Von Sydow, Ben Kingsley.
Esse grande sucesso de bilheteria, o maior sucesso financeiro na carreira do premiado diretor Martin Scorcese, é um thriller que assusta na propaganda, mas não dá o medo que promete. Eu que não sou muito fã de filmes de terror, já tenho esse filme há meses na minha coleção e nunca quis assisti-lo. Mas o título e o trailler enganam propositadamente para atrair um público amante dos filmes de terror. Parece que conseguiu, pois o filme foi um retumbante sucesso financeiro na carreira desse diretor "das antigas" Martin Scorcese, que já acumulou na sua carreira filmes memoráveis como TAXI DRIVER (1976), OS BONS COMPANHEIROS (1990) e GANGUES DE NOVA YORK (2000).
A trama começa quando dois policiais federais desembarcam numa ilha usada unicamente como manicômio e presídio federal. A trama caminha para um final surpreendente onde realidade, loucura, suspense e horror são apresentados de forma crescente e surpreendente. Destaque para as interpretações de LEONARDO DI CAPRIO e BEM KINGSLEY. No final é mais um filme de suspense do que um filme de horror.
domingo, 24 de março de 2013
LAZY TOWN - AS AVENTURAS DO PIRATA
No sábado 24 estivemos em família no Chevrolet Hall em Recife assistindo ao espetáculo infantil LAZY TOWN, AS AVENTURAS DO PIRATA. Trata-se do seriado de grande sucesso da TV PAGA (Discovery Channel) que nosso filho de 5 anos adora. Foi maravilhoso vê-lo assistindo ao vivo as peripécias, a música, a dança e as aventuras de SPARTACUS o grande herói e Sthephanie, a menininha heroína. Dessa vez a dupla protege a cidade de LAZY TOWN contra uma invasão de um pirata. O importante é que nosso filho adorou e pela reação das muitas crianças e pais que lotaram a casa, o sucesso na nossa cidade foi imenso. Valeu a pena!
AMADEUS (1984) e o gênio criativo de Mozart
Amadeus é um drama biográfico livremente baseado nas vidas de WOLFGANG AMADEUS MOZART e ANTONIO SALIERI, dois compositores clássicos que viveram na cidade de Viena, Áustria da segunda metade do século dezoito. A direção é de MILOS FORMAN, ganhador do OSCAR, e o roteiro de é de PETER SHAFFER (OSCAR de melhor roteiro). O filme foi indicado a 53 prêmios, tendo ganhado 40 inclusive 8 OSCARS, incluindo os de melhor filme, ator (F. MURRAY ABRAHAM), melhor diretor, melhor roteiro, melhor figuro, maquiagem, direção de arte, roteiro adaptado. Um dos melhores filmes que vi em toda a minha vida e um dos responsáveis pela devoção que dedico ao cinema. Ao assistir pela primeira vez esse filme na minha juventude, fiquei extremamente impressionado por dois pontos principais. O primeiro deles a música e a vida de Mozart, que atualmente reconhecido como sendo um dos maiores compositores musicais da história da humanidade, foi enterrado numa cova para indigentes; e o segundo ponto, foi a beleza das cenas gravadas em cenários reais da velha cidade de PRAGA e VIENA, embaladas pela maravilhosa música de Mozart. O filme conta a história de Mozart sob a ótica de um compositor italiano contemporâneo de Mozart chamado ANTONIO SALIERI (F. MURRAY ABRAHAM) que no fim da vida, confessa a um padre como conspirou secretamente para a derrocada de Mozart nos seus primeiros anos na cidade de VIENA. Essa versão, não tem registro histórico e é uma ficção montada dentro da verdadeira história de Mozart que é magistralmente resumida nesse filme. No filme encontramos a figura sempre presente e dominadora do seu pai, que o treinou desde os primeiro anos. Esse talento extraordinário desde cedo começou a entregar para humanidade uma das obras mais extensas, influentes e belas de toda a história da humanidade. Mozart é mostrado como um boêmio, lascivo, irresponsável, petulante e orgulhoso, que apesar do talento único, não consegue sucesso entre as duas classes dominantes à época, o clero católico e a corte do rei Austríaco. Mozart em vida encontra sucesso somente entre as classes menos abastadas, em óperas bufas como “AS BODAS DE FÍGARO” e “A FLAUTA MÁGICA”, que têm seus mais famosos trechos reproduzidos no filme. Para mim um dos melhores filmes já feitos em todos os tempos, e obrigatório para os amantes da boa música, da música clássica e da obra de W. Amadeus Mozart.
domingo, 17 de março de 2013
Cinema digital vai dominar as projeções em Pernambuco Inauguração de quatro salas na rede Cinemark amplia espaço para a nova tecnologia no estado
DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Publicação: 20/02/2013 11:20 Atualização: 20/02/2013 11:50
Salas na Região Metropolitana estão dando adeus ao formato 35mm. Foto: Box Cinemas/ Divulgação.
Grandes projetores e pesadas bitolas de película cinematográfica estão com os dias contados no Recife. A aposentadoria compulsória do 35mm - ainda carinhosamente apelidado de “verdadeiro cinema” - por aqui está marcada para 2013, ou, como tudo nesse Brasil, para 2014, no máximo. Nesta quarta-feira, a rede Cinemark (Shopping RioMar) inaugura as últimas quatro salas de seu complexo, o primeiro inteiramente digital. No segundo semestre, a rede UCI estreia o aguardado IMAX, com telas maiores e poltronas reclinadas que proporcionam visualização diferenciada, ideal para filmes de ação e com efeitos especiais.
A rede UCI, presente nos shoppings Recife, Boa Vista, Tacaruna e Plaza, mantém o maior número de salas em 35mm. Todas as salas 3D rodam tecnologia analógica e digital, e as outras são apenas analógicas. Até o fim do ano, toda a rede Cinépolis (no Shopping Guararapes) será digitalizada. “O digital facilita a programação, porque é tudo mais rápido, o transporte, a montagem. O filme não precisa ser montado, é só dar ‘play’”, explica a gerente de imprensa da rede, Maria Fernanda Menezes.
Em poucos anos, apenas os cinemas São Luiz e da Fundação Joaquim Nabuco devem manter seus projetores de película, atendendo à nostalgia dos cinéfilos, mas também a uma qualidade de imagem e textura ainda não atingida pela tecnologia digital. “O 4K engana muito bem. Ele dá uma sensação de profundidade e nitidez muito boa, o espectador leigo não percebe a diferença. Mas estudos mostram que não se equipara à película”, explica Luiz Joaquim, programador da Fundaj, que vai ganhar seu projetor 4K ainda neste semestre. O equipamento, da Sony, é o de melhor definição no mercado brasileiro, maximizando a resolução para 4.096 linhas horizontais por 2.160 verticais. No Full HD, é de 1.920 linhas horizontais por 1.080 verticais. A Fundaj estreia novo cinema em Casa Forte em 2014, equipado com projetor digital 2K. O São Luiz recebe projetores 4K e 3D. A previsão de lançamento é maio.
Até o fim do ano, os cinemas Rosa e Silva, Eldorado e Royal, da PMC, devem seguir a tendência e digitalizar todas as salas. “Este é o ano de todo mundo se enquadrar no digital. A qualidade do 35mm ainda é imbatível, mas o problema é o fornecimento de material”, explica Paulo Menelau, diretor da rede. A transição para o digital reduz o custo para menos de R$ 1 mil por cópia, enquanto as películas saem por até R$ 5 mil, a depender da duração do filme.
A controversa tecnologia 3D continua em expansão. A próxima sala 3D do Recife será inaugurada em março, no Rosa e Silva. As outras salas 3D ficam no Kinoplex Recife (4), Kinoplex Tacaruna (3), Kinoplex Plaza (2), Caruaru (1), Costa Dourada (1) e Box Cinépolis Guararapes (1), pioneiro da tecnologia no estado, em 2008, com Os mosconautas no mundo da Lua.
Está na tela
Foto: Sony Pictures/ Divulgação.
35mm
As películas de 35 milímetros (medida da largura do fotograma) são o padrão cinematográfico desde os tempos dos Irmãos Lumière. As bitolas proporcionam nitidez e texturas inalcançadas pelo digital. As películas resistem em todos os cinemas pernambucanos, à exceção do RioMar. O brasileiro Tainá: A origem, está neste formato.
4K
4K é uma medida de resolução que se refere a aproximadamente mil pixels transversais. Os projetores 4K geram 4.096 linhas horizontais por 2.160 verticais. Isso diminui os quadradinhos da imagem digital, comuns também nas fotografias. Quanto mais perto da tela, mais fácil a percepção da diferença. A tecnologia nas salas 3D da rede UCI.
Foto: Paramount/ Divulgação.
3D
O 3D consiste basicamente em uma ilusão de ótica que amplia a noção de profundidade do espectador, como se a cena pulasse para fora da tela. Na sala, a ilusão ótica depende da projeção e dos óculos, que comumente recebem críticas de sucateamento. A técnica é a preferida de animações como As aventuras de Tadeu (foto) e Monstros SA.
Foto: Callmehollywood.wordpress.com/ Reprodução da internet.
IMAX
O tamanho das imagens é o principal trunfo do formato Imagem Maximum. As telas chegam a mil metros quadrados de área e são posicionadas com inclinação diferenciada (assim como a plateia), distanciando os limites da imagem. As salas brasileiras são também 3D, com o sistema de duas lentes simultâneas que maximizam o efeito tridimensional.
Foto: Paramount/ Divulgação.
XD
O diferencial da rede Cinépolis no Recife é a tecnologia Extreme Digital Cinema (XD), que comporta filmes em 2D e 3D. As telas são até 50% maiores que as convencionais, do teto ao chão. O projetor é mais brilhante, e o som tem até 50 mil watts de potência, contra 12 mil das outras salas. O filme em cartaz é João e Maria: Caçadores de bruxas (foto).
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